
Arquiteta e urbanista graduada pela Universidade Federal de Alagoas. Pós-doutora em Criminologia pela Katholike Universiteit Leuven, KULeuven, Bélgica. Professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Alagoas. Consultora na elaboração de vários projetos arquitetônicos de unidades penais e sócio-educativas em Alagoas, Espírito Santo e em outros países, como Angola. Autora dos livros “Até quando faremos relicários? A função social do espaço penitenciário”; "De Perto e de Dentro: A relação entre o indivíduo preso e o espaço arquitetônico penitenciário a partir de lentes de aproximação”; “Manual sobre Arquitetura Penal: Segurança x humanização”, além de vários artigos científicos sobre arquitetura penitenciária; Conferencista Nacional e Internacional sobre Arquitetura Penitenciária, desde 2003.

C A S A
Bacharel em História da Arte - Universidad de Barcelona (1989) e doutorado Antropologia Social pela Universidade de São Paulo (1997). Foi pesquisador do Centro Brasileiro e Análise e Planejamento. É professor da Universidade Estadual de Campinas junto ao Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social, ao Programa de Pós-Graduação em História e ao Doutorado em Ciências Sociais. Desenvolve pesquisa nas áreas de antropologia da guerra e do conflito e história social da África e do Caribe, tendo realizado pesquisa de campo no sul de Moçambique, em Uganda e no Haiti. Sua equipe vem realizando pesquisa em diferentes países africanos, no Caribe e em territórios da Europa central e oriental.
OMAR THOMAZ
CRISTINA ENGELS
Bacharel em História da Arte - Universidad de Barcelona (1989) e doutorado Antropologia Social pela Universidade de São Paulo (1997). Foi pesquisador do Centro Brasileiro e Análise e Planejamento. É professor da Universidade Estadual de Campinas junto ao Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social, ao Programa de Pós-Graduação em História e ao Doutorado em Ciências Sociais. Desenvolve pesquisa nas áreas de antropologia da guerra e do conflito e história social da África e do Caribe, tendo realizado pesquisa de campo no sul de Moçambique, em Uganda e no Haiti. Sua equipe vem realizando pesquisa em diferentes países africanos, no Caribe e em territórios da Europa central e oriental.
SEBASTIAN BECK
Como visto, habitar abre um espectro vasto e quase infindável de perspectivas. portanto, a proposta deste dia é explorar como se desempenha a moradia tradicional em diversas comunidades ao redor do globo, bem como sua arquitetura, seu uso cotidiano pelos partícipes locais e a função social decorrentes destas práticas.
ESCREVA-NOS



V A R A N D A
Neste primeiro dia, será discutido o histórico da casa brasileira, tangenciando sua formação e os desdobramentos de seu projeto arquitetônico até a casa contemporânea. Consideraremos como a moradia foi pensada ao longo dos mais de quinhentos anos da história do país, levando em conta o reflexo das condições políticas e socioeconômicas de cada período e os habitantes para quem os espaços eram elaborados.

M E S A - V A R A N D A :
A C A S A B R A S I L E I R A
PROF. DRA. ANA MARIA DE GOES
PROF. DR. RAFAEL URANO
PROF. DRA. LÚCIA LEITÃO SANTOS
LOCAL : AUDITÓRIO FEAU
LOCAL : FEAU


P I Z Z A D A

A V A L I A Ç Ã O D E C U R S O
R E T R O S P E C T I V A D O S C A T A L O G O S
D O C U R S O A U
LOCAL : AUDITÓRIO FEAU


C O Z I N H A

O F I C I N A :
W O R K S H O P F A U N A
LOCAL: FAUNA



C I N E + D E B A T E :
F I L M E : KOOLHAAS HOUSELIFE
LOCAL : AUDITÓRIO FEAU
M E S A - C O Z I N H A :
D O M E S T I C I D A D E
PROF. DRA. CAMILA GUI ROSATTI
PROF. DRA. SABRINA FONTENELLE
PROF. DRA. SILVANA RUBINO
LOCAL : AUDITÓRIO FEAU
S H O W :
C O N T A T O S
A R T I F I C I A I S
>>C O L E T I V O A R T I F I C I A I S<<
LOCAL : TEATRO DE ARENA
Avançando no raciocínio da dinâmica do projeto arquitetônico, o segundo dia trará debate acerca da domesticidade e do papel da mulher, apontando como a construção e alteração destes conceitos influenciaram na racionalização da casa e na relação de gênero compreendida na conformação espacial das habitações, dos objetos e espaços domésticos.



Q U A R T O

V I S I T A :
C E N T R O D E C A M P I N A S
PROF. DRA. JOSIANNE FRANCIA CESAROLI
LOCAL: CAMPINAS
O F I C I N A :
B A N D E I R A D A A T L É T I C A

C I N E + D E B A T E :
F I L M E: ERA O HOTEL CAMBRIDGE
PROF. DR. EDUARDO COSTA
VICTOR HUGO PISSAIA
LOCAL : AUDITÓRIO FEAU
M E S A - Q U A R T O :
H A B I T A Ç Õ E S E X T R E M A S
ARQUITETA ALICE ZARONI
ARQUITETO ARTUR DUARTE
PROF. DR. RENATO CYMABLISTA
PROF. DRA. SUZANN FLÁVIA
LOCAL : AUDITÓRIO FEAU
F E S T A :
F E S T A N A M O R A D I A
LOCAL : MORADIA ESTUDANTIL UNICAMP
Habitar fora do hábito. A fim de ampliar o viés de discussão para além das paredes da casa, neste dia se tratará de modos de morar em locais hostis ou inóspitos de alguma forma, embora tenham sido projetados para abrigar pessoas. Nestes casos, o espaço requer maiores adaptações de seus usuários, gerando diversas formas de uso e a apropriação.









C A S A
R O D A + D E B A T E :
H A B I T A R O C O R P O,
H A B I T A R O P O R T O:
A P O É T I CA D A P A I S A G E M
LOCAL : AUDITÓRIO FEAU
M E S A - C A S A :
M O R A D I A E M
O U T R A S C U L T U R A S
PROF. DR. OMAR RIBEIRO THOMAZ
PROF. DRA. CHRISTINA ENGELS
PROF. DR. SEBASTIAN F. BECK
LOCAL : AUDITÓRIO FEAU
C A N J A
LOCAL : FAUNA

Como visto, habitar abre um espectro vasto e quase infindável de perspectivas. portanto, a proposta deste dia é explorar como se desempenha a moradia tradicional em diversas comunidades ao redor do globo, bem como sua arquitetura, seu uso cotidiano pelos partícipes locais e a função social decorrentes destas práticas.









R U A
O F I C I N A :
P A V I L H Ã O F E A U
PROF. DRA. GABRIELA CELANI
PROF. DR. FELIPE TAVARES
LOCAL : AUDITÓRIO FEAU
R O D A D E C O N V E R S A :
M U L H E R N O
E S P A Ç O P Ú B L I CO
>>COLETIVO
CHARLOTTE PERRIAND<<
LOCAL : PATIO ACIMA DA CANTINA
M E S A - R U A :
M O R A D I A N A
C I D A D E C O N T E M P O R Â N E A
PROF. DR. EULER SANDEVILLE JUNIOR
ARQUITETA PAULA QUINTÃO
ARQUITETO RODRIGO DE MOURA
LOCAL : AUDITÓRIO FEAU
F E S T A :
>>R E P E M R E P<<
LOCAL : ITINERANTE
Para encerrar as discussões propostas durante a semana, o último dia traçará as relações de como a casa, o espaço doméstico e os modos de morar estão condicionados pela dinâmica urbana. Esta análise é nevrálgica, pois os hábitos dentro dos domicílios dependem também de como se dão as relações na escala da cidade, e instiga a pensar como o urbanismo pode servir de agente transformador da urbe e da habitação.






O F I C I N A :
M I N I S T É R I O D A S C I D A D E S
O F I C I N A :
R E S U L T A D O
C O N C U R S O D E F O T O S
LOCAL : TUNEL DE VENTO


M E S A S + C O N V I D A D O S
V A R A N D A

ANA GOES
Possui graduação em Arquitetura e Urbanismo e mestrado em Urbanismo pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Atualmente é docente no curso de Arquitetura e Urbanismo da Unicamp, de onde é representante no Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano de Campinas - CMDU. Desde 2012 é diretora da ABEA - Associação Brasileira de Ensino de Arquitetura e Urbanismo. Desde 2016 é diretora do Centro de Memória (CMU/Unicamp). Tem experiência na área de Teoria e Projeto, atuando principalmente nos seguintes temas: formação de arquitetos e urbanistas, ensino de arquitetura, arquitetura moderna brasileira, processo de projeto de arquitetura.
Graduada em Arquitetura e Urbanismo (UFPE, 1980). Realizou estágio Pós-doutoral na Université Paris-Descartes, Paris V, Sorbonne (2010-2011). Professora da UFPE, Associado II, atua no curso de graduação em Arquitetura e Urbanismo e no Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Urbano (MDU). Pesquisadora do CNPq desde 2007, fundou e lidera o Núcleo de Estudos da Subjetividade na Arquitetura (NusArq). Como pesquisadora tem especial interesse no estudo da dimensão subjetiva da arquitetura, notadamente na articulação entre a teoria da arquitetura e a psicanálise.
LÚCIA LEITÃO
RAFAEL URANO
Professor de fundamentos, teoria e projeto no curso de Arquitetura e Urbanismo da Unicamp. Tem formação com ênfase em história da arquitetura moderna e contemporânea. Como professor da Unicamp, desenvolve pesquisa sobre arquitetura moderna brasileira, sob o recorte da relação estreita entre a formulação estética de Oscar Niemeyer e o projeto político de Juscelino Kubitschek, desde a prefeitura de Belo Horizonte até a inauguração de Brasília.
Neste primeiro dia, será discutido o histórico da casa brasileira, tangenciando sua formação e os desdobramentos de seu projeto arquitetônico até a casa contemporânea. consideraremos como a moradia foi pensada ao longo dos mais de quinhentos anos da história do país, levando em conta o reflexo das condições políticas e socioeconômicas de cada período e os habitantes para quem os espaços eram elaborados.

É doutora em Sociologia pela Universidade de São Paulo (2016). Possui graduação em Arquitetura e Urbanismo (FAU-USP, 2005) e graduação em Ciências Sociais (FFLCH-USP, 2011). Concluiu mestrado na área de concentração Projeto, Espaço e Cultura na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo (FAU-USP, 2010). Fez intercâmbio na Universidade Sorbonne-Paris IV (2010) e estágio doutoral de pesquisa na École des Hautes Études en Sciences Sociais, em Paris (EHESS, 2014-2015). Dedica-se a pesquisas na área de história social da arquitetura moderna, sociologia da cultura e sociologia do gosto, com ênfase em consumo de bens simbólicos.
Professora livre-docente do Departamento de História da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). É docente em tempo integral do Departamento de História Universidade Estadual de Campinas. Realizou estágio pós-doutoral na École des Hautes Études en Sciences Sociales, em Paris. Foi conselheira do Condephaat, órgão do patrimônio cultural em São Paulo por oito anos intermitentes. Fez parte do projeto temático "Saberes urbanos", financiado pela FAPESP e é membro da Rede Brasil-Portugal de Estudos Urbanos desde sua fundação. No programa de pós-graduação em História da UNICAMP (Capes, 7), é vinculada à linha de pesquisa "Cultura visual, história intelectual e patrimônios".
Doutora pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo na área de História e Fundamentos da Arquitetura e do Urbanismo. Possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal do Ceará (2000) e mestrado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo (2004).Tem experiência na área de Arquitetura e Urbanismo, com ênfase em História da Arquitetura e Urbanismo, atuando principalmente nos seguintes temas: história da arquitetura, patrimônio histórico, restauro, arquitetura e restauração. Funcionária do Centro de Preservação Cultural da USP (CPC-USP) atuando na área de "Construções, conjuntos e sítios", atualmente licenciada. Desenvolve pesquisa de pós doutorado no Instituto de Filosofia, Ciências Humanas da Unicamp com apoio da Fapesp com o tema da modos de morar nas metrópoles.

C O Z I N H A
CAMILA ROSATTI
SABRINA FONTENELE
SILVANA RUBINO
Avançando no raciocínio da dinâmica do projeto arquitetônico, o segundo dia trará debate acerca da domesticidade e do papel da mulher, apontando como a construção e alteração destes conceitos influenciaram na racionalização da casa e na relação de gênero compreendida na conformação espacial das habitações, dos objetos e espaços domésticos.

Arquiteta e urbanista graduada pela Universidade Federal de Alagoas. Pós-doutora em Criminologia pela Katholike Universiteit Leuven, KULeuven, Bélgica. Professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Alagoas. Consultora na elaboração de vários projetos arquitetônicos de unidades penais e sócio-educativas em Alagoas, Espírito Santo e em outros países, como Angola. Autora dos livros “Até quando faremos relicários? A função social do espaço penitenciário”; "De Perto e de Dentro: A relação entre o indivíduo preso e o espaço arquitetônico penitenciário a partir de lentes de aproximação”; “Manual sobre Arquitetura Penal: Segurança x humanização”, além de vários artigos científicos sobre arquitetura penitenciária; Conferencista Nacional e Internacional sobre Arquitetura Penitenciária, desde 2003.
É docente do Departamento de História da Arquitetura e Estética do Projeto. Possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (1996). Coordenador do núcleo de urbanismo do Instituto de Estudos, Formação e Assessoria em Políticas Sociais (2003-2008). Pesquisador de Pós doutorado do IFCH-Unicamp, no projeto temático "Dimensões do Império Português" (2008-2010). Parecerista ad hoc FAPESP. Editor Adjunto da Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais (2010-2012). Presidente do Instituto Pólis (desde 2012). Integra o Conselho Administrativo da Casa do Povo (desde 2014) Associado do Instituto Goehte (desde 2016). Integra o Laboratório para Outros Urbanismos (FAU-USP).
Artur Duarte, Arquiteto e Urbanista pelo Instituto Federal Fluminense e integrante do grupo de pesquisa "Lugares de Memória e Consciência". É pesquisador da temática da moradia LGBT
Q U A R T O

RENATO CYMBALISTA
ARTUR DUARTE
SUZANN FLÁVIA
ALICE ZARONI
Arquiteta e urbanista, recém-formada pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP). Atua com projeto de interiores e design de móveis, na cidade de Campinas-SP, e busca trabalhar com urbanismo, que é sua grande paixão.
Apresenta sua pesquisa de TFG, o qual é entitulado como "A loucura e seus espaços", que busca por um histórico das estruturas físicas dos antigos manicômios, observando como eram esses espaços, como foram evoluindo com o passar do tempo, e até mesmo o papel da arte nesse ambiente.
A fim de ampliar o viés de discussão para além das paredes da casa, neste dia se tratará de modos de morar em locais hostis ou inóspitos de alguma forma, embora tenham sido projetados para abrigar pessoas. nestes casos, o espaço requer maiores adaptações de seus usuários, gerando diversas formas de uso e a apropriação.

Arina Camargo é formada em Arquitetura e Urbanismo pela UNICAMP. Durante a graduação atuou no Móbile - escritório modelo da universidade - e no Laboratório Fluxus, fez intercâmbio pela EIVP - École des Ingènieurs de la Ville de Paris - na área de urbanismo e defendeu, em seu trabalho final de graduação, uma proposta de infraestrutura para os moradores de rua da cidade de Campinas. Atualmente trabalha com planejamento urbano no escritório Alameda Urbanismo.
Bacharel em História da Arte - Universidad de Barcelona (1989) e doutorado Antropologia Social pela Universidade de São Paulo (1997). Foi pesquisador do Centro Brasileiro e Análise e Planejamento. É professor da Universidade Estadual de Campinas junto ao Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social, ao Programa de Pós-Graduação em História e ao Doutorado em Ciências Sociais. Desenvolve pesquisa nas áreas de antropologia da guerra e do conflito e história social da África e do Caribe, tendo realizado pesquisa de campo no sul de Moçambique, em Uganda e no Haiti. Sua equipe vem realizando pesquisa em diferentes países africanos, no Caribe e em territórios da Europa central e oriental.

R U A
ARINA CAMARGO
Arquiteto e urbanista pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo. Extensão em gestão da Inovação pela ESPM. Arquiteto no FGMF Arquitetos nas áreas de desenvolvimento de projeto em diversas escalas e programas coordenando o departamento de divulgação, exposições e concursos (2011-2015). Organizador do livro “O Glicério por suas crianças", mapeamento afetivo realizado junto com as crianças do bairro (2015). Coordenador do Projeto Cidade que Brinca no bairro do Glicério (2016).
Graduada em Arquitetura e Urbanismo pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo. Mestrado na área de Projeto, Espaço e Cultura, pela mesma FAU-USP (título: "Morar na rua: há projeto possível?"). Pesquisa sobre população de rua há 15 anos, na área de urbanismo. Atua como arquiteta com escritório próprio.
RODRIGO DE MOURA
PAULA QUINTÃO
EULER SANDEVILLE JR.
Para encerrar as discussões propostas durante a semana, o último dia traçará as relações de como a casa, o espaço doméstico e os modos de morar estão condicionados pela dinâmica urbana. Esta análise é nevrálgica, pois os hábitos dentro dos domicílios dependem também de como se dão as relações na escala da cidade, e instiga a pensar como o urbanismo pode servir de agente transformador da urbe e da habitação.


S A U 2 0 1 7
A Semana de Arquitetura e Urbanismo (SAU) foi criada em 2001, dois anos após a fundação do curso de Arquitetura e Urbanismo da Unicamp, graças à iniciativa de um grupo de alunos da primeira turma e com o apoio e incentivo de arquitetos e urbanistas, bem como de estudantes de outros cursos paulistas de arquitetura. Desde então, este evento ocorre anualmente, tendo como cerne a iniciativa discente, representada pelo Centro Acadêmico do Curso de Arquitetura e Urbanismo da Unicamp (CACAU) e se propõe a colocar em pauta temas pertinentes à prática e ao ensino da arquitetura e do urbanismo contemporâneos. A SAU configura-se, portanto, como uma tradição acadêmica que busca a discussão e aprofundamento de questões contemporâneas e históricas no nosso ramo de atuação, sendo sempre uma data ansiada pelos alunos.
Este ano o evento acontecerá na semana do 16 ao 20 de outubro, no prédio da Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo, na UNICAMP (Campinas - SP). A semana oferece atividades todos os dias, em horários que variam das 08.00h às 23.00h, sendo que as palestras principais ocupam o período noturno.
O Q U E É A S A U ?
Habitar é hábito. Habitus deriva de habere [ter, manter] que se relaciona com habitare [morar].
O alvo da XVII Semana de Arquitetura e Urbanismo da Unicamp são as concepções e dinâmicas da habitação no Brasil e no mundo, através da História até atualmente. Nesse período, as discussões vão abranger os diversos modos de morar, circundando temas como construção de domesticidade, conformação espacial dos projetos arquitetônicos e relação entre a casa, a cidade e a sociedade, levando em conta os períodos históricos e a localização das comunidades. Desta forma, pretende-se ampliar as perspectivas acerca da função social da casa além do conceito contemporâneo da habitação ocidental.
H Á B I T O H A B I T O . M O D O S D E M O R A R
C O M I S S Ã O O R G A N I Z A D O R A
A comissão organizadora da SAU2017 é composta integralmente por alunos de graduação do curso de Arquitetura e Urbanismo da unicamp. Agradecemos o apoio de todos os docentes e funcionários que tornaram a semana possível.
T E M Á T I C A +
P R O G R A M A Ç Ã O
C O M U N I C A Ç Ã O
+ A R T E
E V E N T O S
F I N A N C E I R O
Ariane de Castro
Leila Alves
Luany Fattori
Mateus Rocha
Mateus Paulichen
Rafael Kenzo
Thays Guimarães
Ariane de Castro
Bianca Chescon
Leonardo Carlin
Gabriel Belarmino
Gabriel Massuda
Ruth Ferreira
Rafael Kenzo
Thiago Keltke
Thays Guimarães
Ariane de castro
Bianca Chescon
Caroline Alves
Marina Nascimento
Thiago Keltke
Thays Guimarães
Ariane de Castro
Gabriel Massuda
Marina Nascimento
Pedro Padilha
Ruth Ferreira



V I S I T A

C E N T R O D E C A M P I N A S

Trajeto pelo centro de Campinas. Ponto inicial: Museu da Imagem e Som (MIS), com posterior percurso pela vila industrial
30 VAGAS
>INSCREVA-SE<
JOSIANNE CERASOLI
Formação acadêmica tem permanecido sempre relacionada ao campo da história, sendo o doutorado na área de Política, Memória e Cidade, aquele que mais abriu diálogos com outros campos, como o da arquitetura e do urbanismo. Trabalho junto ao Centro Interdisciplinar de Estudos sobre a Cidade.
R O D A D E C O N V E R S A


Roda de conversa sobre a mulher no espaço público. Vamos discutir o planejamento das cidades a partir da perspectiva das usuárias deste espaço.
LIVRE
Coletivo feminista de alunas e ex-alunas do Curso de Arquitetura e Urbanismo da Unicamp.


A T I V I D A D E S

C I N E D E B A T E S



AUDITÓRIO FEAU
Filme de Ila Bêka e Louise Lemoine sobre a obra
prima da arquitetura contemporânea dos últimos
anos: a casa de Bordeuax projetada por Rem
Koolhaas em 1998. Exibido em primeira mão na
Bienal de Veneza, trata de mostrar a intimidade
da casa através do cotidiano da empregada
Guadalupe Acedo e de outras pessoas encarre-
gadas da manutenção do edifício. O filme faz
referência direta a “Mon Oncle” de Jacques Tati.




AUDITÓRIO FEAU

C O N V I D A D O S
EDUARDO COSTA
VICTOR HUGO PISSAIA
Formado em design gráfico pela PUcPR e aluno do último ano de arquitetura na Escola da cidade. Junto a outros vinte estudantes participou da direção de arte coletiva do filme Era o Hotel Cambridge, sob orientação da arquiteta Carla Caffé e de Luis Felipe Abbud.
Tem graduação em Arquitetura e Urbanismo e mestrado e Doutorado em História pelo Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp. Doutorado-sanduíche na Universidade de Coimbra. Vencedor do XI Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia e do ProAC/14, da Secretaria de Estado da Cultura do Governo de São Paulo. Tem experiência na área de História da Arquitetura e do Urbanismo, com ênfase em Patrimônio e Memória. E, ainda, na área de Cultura Visual.
Refugiados recém-chegados ao Brasil dividem com um grupo de sem-tetos um velho edifício abandonado no centro de São Paulo. Além da tensão diária que a ameaça de despejo causa, os novos moradores do prédio terão que lidar com seus dramas pessoais e aprender a conviver com pessoas que, apesar de diferentes, enfrentam juntos a vida nas ruas.

O F I C I N A S
W O R K S H O P F A U N A
M O B I L I Á R I O P A R A F A U N A



Discussão sobre o projeto da FAUNA. Vamos limpar a fauna e deixar tudo organizado para pensarmos nos novos mobiliários, pintura e decorações.
LIVRE
B A N D E I R A D A A T L É T I C A
Montagem da nova bandeira da atlética do curso de Arquitetura e Urbanismo.
LIVRE

Oficina realizada com o LAB74 para construção de 8 cadeiras de madeira para a FAUNA
16 VAGAS
>INSCREVA-SE<


LAB 74
É uma escola de design, artes e fazeres que tem por objetivo estimular o raciocínio individual do aluno sobre processos construtivos capazes de transformar matérias primas em objetos de desejo se utilizando de 3 meios: projeto, conhecimento técnico, processual e ferramental, bem como trabalho físico e manual.


A.A.A.FRANCISCO GONÇALVES
Fundada em 2004. Promove uma maior integração e diversão entre os alunos do curso de Arquitetura e Urbanismo da Unicamp, através da prática de esportes e afins.


P A V I L H Ã O F E C

Montagem do pavilhão pré-fabricado de pequeno porte a ser implementado na FEAU
LIVRE
R E S U L T A D O C O N C U R S O D E F O T O S
M I N I S T É R I O D A S C I D A D E S

Arquiteta e mestre pela FAU-USP e PhD pelo MIT. É também livre-docente pela Unicamp. Na Unicamp, criou o Laboratório de Automação e Prototipagem para Arquitetura e Construção (LAPAC) e o grupo de pesquisas Teorias e Tecnologias Contemporâneas Aplicadas ao Projeto.
GABRIELA CELANI
Professor Adjunto da Faculdade de Arquitetura da UFBA. Tem experiência na área de Engenharia de Estruturas, com ênfase em concepção e projetos utilizando o método dos elementos finitos e softwares BIM e de Análise Estrutural Estática, Análise dinâmica, análise modal e interação pessoas-estrutura.
FELIPE TAVARES
Caminhada pela Unicamp ou por Barão Geraldo. O objetivo é discutir as formas de deslocamento das pessoas pela cidade, abordando questões de mobilidade e acessibilidade. Cada participante representará uma pessoa no espaço público (dificiente visual, deficiente físico, idoso, obeso, gestante).
15 VAGAS
>INSCREVA-SE<


Resultado do concurso modos de morar.
>>PARTICIPE<<
Prêmios:
1 camiseta SAU
1 sketchbook
1 livro Arquitetura contemporânea 1999 a 2015, FGMF.
LIVRE
R O D A D E C O N V E R S A


E V E N T O S





P I Z Z A D A

OPEN PIZZA+ REFRI
23h, na FEAU
>> R$ 5,00
+ infos e compras: comi_sau
C A N J A

Rolê de boas
23h, na FEAU
>> R$ 00,00 (0800)
+ infos: comi_sau







